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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Linguagem de programação criada por brasileiro cai no gosto do Vale do Silício

Linguagem de programação criada por brasileiro cai no gosto do Vale do Silício



Engenheiro formado pela USP cria linguagem de programação de computadores que conquista usuários nos grandes centros digitais do planeta e já ultrapassou marca de 116 mil downloads.


Linguagem de programação brasileira conquista o Vale do Silício

A Linguagem de programação criada por brasileiro já faz parte do dia a dia de milhares de programadores no Vale do Silício e nos principais centros de desenvolvimento de software no mundoElixira linguagem de código aberto criada por José Valim, dispõe de um gerenciador de bibliotecas e já ultrapassou mais de 116 milhões de downloads. Além disso, foi escolhida recentemente para a criação do software de empresas como Pinterest, GoPro e Zappos.
Em pouco mais de seis anos a linguagem Elixir passou a ser admirada por especialistas internacionais e mantém uma comunidade global de usuários ativa, responsável pela organização de um evento anual, o ElixirConf, realizado nos Estados Unidos e que dobrou de tamanho entre a primeira e a segunda edição. Neste ano, a previsão é reunir 600 entusiastas da linguagem de código aberto. Nesse evento, a linguagem é reverenciada como uma grande revolução na tecnologia de computadores.
Diferentemente dos concorrentes, a Elixir aproveita todos os benefícios das arquiteturas dos processadores de última geração. Funcional e moderna, a linguagem se tornou a base de diversos softwares utilizados por grandes companhias e foi concebida durante uma crise de lesão por esforço repetitivo.
José Valim notou que as linguagens de programação convencionais estavam defasadas em relação às novas gerações de hardware, que focam em máquinas com múltiplas CPUs (multi-core). Durante a pesquisa por alternativas até chegar ao conceito de Elixir, em 2012, Valim descobriu a tecnologia Erlang, criada pela Ericsson em 1986, que é utilizada há décadas por empresas de telecomunicação. Por atender sistemas de alta performance, a Elixir passou a ser conhecida não apenas pela comunidade de desenvolvedores, mas também por grandes companhias que dependem de softwares eficientes para alavancar seus negócios.

A linguagem Elixir se popularizou no Vale do Silício que a adotou em suas plataformas digitais

Popularizada entre as empresas do Vale do Silício, a tecnologia brasileira permite a construção de plataformas totalmente digitais para suportar o tráfego de milhares de dados em uma curta escala de tempo. Dessa forma, além das empresas e produtos 100% digitais, todos os outros setores da indústria podem adotar a linguagem em suas plataformas. Empresas da área de e-commerce, fintechs (startups de serviços financeiros), companhias de comunicação, consultorias e laboratórios de saúde são os que mais utilizam a inovação.
Graças ao Elixir, a Plataformatec, empresa da qual José Valim é cofundador, passou a ter uma legião de fãs no mundo inteiro. Criada em 2009, a companhia passou a oferecer consultoria na área e estruturou sua operação de forma a atender empresas de diversos setores. Valim é engenheiro formado pela Universidade de São Paulo e se tornou uma espécie de guru de desenvolvedores de softwares. Ele é também autor de dois livros sobre sistemas de computação que fizeram sucesso principalmente entre jovens da área digital. “Somos reconhecidos pela criação da linguagem Elixir e estamos constantemente em busca de novos formatos para atender melhor os usuários e os clientes da Plataformatec”, diz José Valim. “Atendemos clientes no Brasil e exterior, principalmente nos Estados Unidos, local de grande procura pelos serviços de consultoria de Elixir”.
Mas, afinal, qual é o grande diferencial que o sistema oferece? “Os nossos serviços ajudam os clientes a reduzir seus prazos de lançamentos e aumentar a qualidade de seus produtos digitais”, diz Valim.

Onde está a inovação do Elixir?

Ao contrário das outras linguagens (Java, C+ , Visual Basic), a linguagem Elixir foi criada para aproveitar todos os benefícios das arquiteturas dos processadores (chips) de última geração. Como o código é aberto, os programadores podem incrementar a plataforma e todas as novas criações são incorporadas ao sistema Elixir. Além disso, a linguagem atende a sistemas de alta disponibilidade, que necessitam de performance e escala, e a programação passou a ser utilizada não só pela comunidade de desenvolvedores, mas também por grandes empresas que utilizam softwares como base de seus negócios.
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/03/07/internas_economia,664353/brasileiro-cria-linguagem-de-programacao-e-conquista-o-vale-do-silicio.shtml

quinta-feira, 1 de março de 2018

DNA poderia armazenar todos os dados do mundo em uma sala

DNA poderia armazenar todos os dados do mundo em uma sala

E essa torrente de informações pode superar rapidamente a capacidade dos discos rígidos para captura-lo. Agora, os pesquisadores relatam que eles encontraram uma nova maneira de codificar dados digitais no DNA para criar o esquema de armazenamento de dados de grande escala de maior densidade já inventado. Capaz de armazenar 215 petabytes (215 milhões de gigabytes) em um único grama de DNA, o sistema poderia, em princípio, armazenar cada bit de datum já registrado por humanos em um recipiente sobre o tamanho e o peso de um número de caminhões. Mas se a tecnologia decola pode depender do seu custo.

Alem de ser ultra compacto e a informação pode durar centenas de milhares de anos, se bem conservado

Esta técnica possui muitas vantagens para armazenar dados digitais. É ultracompacto, e pode durar centenas de milhares de anos se mantido em um local fresco e seco. E enquanto as sociedades humanas estão lendo e escrevendo DNA, elas serão capazes de decodificar. "O DNA não se degradará ao longo do tempo, como cassetes e CDs, e não se tornará obsoleto", diz Yaniv Erlich, cientista de informática da Universidade de Columbia. E ao contrário de outras abordagens de alta densidade, como a manipulação de átomos individuais em uma superfície, as novas tecnologias podem escrever e ler grandes quantidades de DNA ao mesmo tempo, permitindo que ele seja ampliado.

Os cientistas têm armazenado dados digitais em DNA desde 2012.

Os geneticistas da Universidade de Harvard, George Church, Sri Kosuri e colegas, codificaram um livro de 52.000 palavras em milhares de trechos de DNA, usando fios de alfabeto de quatro letras de DNA de A, G , T e C para codificar os 0s e 1s do arquivo digitalizado. Seu esquema de codificação particular era relativamente ineficiente, no entanto, e poderia armazenar apenas 1,28 petabytes por grama de DNA. Outras abordagens melhoraram. Mas nenhum foi capaz de armazenar mais da metade do que os pesquisadores pensam que o DNA pode realmente lidar, cerca de 1,8 bit de dados por nucleótido de DNA. (O número não é de 2 bits devido a erros raros, mas inevitáveis, de escrita e leitura de DNA).

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Erlich pensou que ele poderia se aproximar desse limite. Então ele e Dina Zielinski, cientista associado do New York Genome Center, analisaram os algoritmos que estavam sendo usados ​​para codificar e decodificar os dados. Começaram com seis arquivos, incluindo um sistema operacional de computador completo, um vírus informático, um filme francês de 1895 intitulado Chegada de um trem em La Ciotat e um estudo de 1948 pelo teórico da informação Claude Shannon.
Os cientistas converteram os arquivos em sequências binárias de 1s e 0s, os comprimiram em um arquivo mestre e, em seguida, dividiam os dados em cadeias curtas de código binário. Eles criaram um algoritmo chamado de fonte de DNA, que embalou aleatoriamente as cordas para as chamadas gotículas, para as quais adicionaram tags extras para ajudar a remontá-las na ordem correta mais tarde. Ao todo, os pesquisadores geraram uma lista digital de 72 mil fios de DNA, cada 200 bases de comprimento.

Para ler as informações os cientistas utilizam uma técnica chamada por sequenciamento de DNA

Eles enviaram estes como arquivos de texto para a Twist Bioscience, uma inicialização baseada em San Francisco, Califórnia, que então sintetizou as cadeias de DNA. Duas semanas depois, Erlich e Zielinski receberam por correio um frasco com uma mancha de DNA que codificava seus arquivos. Para decodificá-los, o par usou a moderna tecnologia de sequenciamento de DNA. As sequências foram alimentadas em um computador, o que traduziu o código genético de volta para o binário e usou as tags para remontar os seis arquivos originais.
A experiencia deu tão certo que os novos arquivos não continham erros, eles relatam hoje em Ciência. Eles também conseguiram fazer um número praticamente ilimitado de cópias sem erros de seus arquivos através da reação em cadeia da polimerase, uma técnica padrão de cópia de DNA. Além disso, diz Erlich, eles conseguiram codificar 1,6 bits de dados por nucleotídeo, 60% melhor do que qualquer grupo tinha feito antes e 85% o limite teórico.
"Eu amo o trabalho. Eu acho que este é essencialmente o estudo definitivo que mostra que você pode [armazenar dados no DNA] em escala". diz Kosuri, que agora é bioquímico na Universidade da Califórnia, Los Angeles.

Atualmente a utilização comercial ainda não é viável pois custa $2000 dólares para gravar 2Mb e outros $2000 dólares para ler a informação

No entanto, Kosuri e Erlich observam que a nova abordagem ainda não está pronta para uso em grande escala. Custa US $7000 para sintetizar os 2 megabytes de dados nos arquivos e outros $ 2000 para lê-lo. É provável que o custo diminua ao longo do tempo, mas ainda tem um longo caminho a percorrer, diz Erlich. E comparado com outras formas de armazenamento de dados, escrever e ler para o DNA é relativamente lento. Portanto, a nova abordagem não é provável que voe se os dados forem necessários instantaneamente, mas seria mais adequado para aplicativos de arquivamento. Então, novamente, quem sabe? Talvez esses centros gigantes de dados do Facebook e da Amazônia sejam substituídos um dia por um número de caminhões de recolhimento de DNA.



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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Windows 10: Criando e gerenciando contas de usuário

Windows 10: Criando e gerenciando contas de usuário



Windows 10: Criando e gerenciando contas de usuário


As contas de usuário permitem que uma pessoa tenha acesso ao computador e aos seus programas. Para entrar é necessário introduzir um nome para a conta e uma senha.
As contas de usuário são criados pelo administrador do computador, que será responsável em permitir acesso para outras pessoas.
Se você tiver várias contas, poderá proteger suas informações pessoais ou acompanhar o que os outros estão fazendo no computador através de uma ferramenta chamada controle parental.

Tipos de conta de usuário

Uma das vantagens do Windows 10 é que você pode dar acesso a outras pessoas criando contas individuais. Com essas contas eles poderão instalar ou desinstalar programas, alterar senhas, criar contas de usuário ou somente ter acesso a determinados programas, tudo conforme a conta que você criar. Veja quais tipos de contas estão disponíveis:
Administrador: Os administradores têm a liberdade de instalar ou desinstalar softwares no seu computador, criar contas de usuário, alterar senhas, fazer alterações para os outros usuários e para o acesso geral do computador.
Usuário Padrão: Esse tipo de conta permite acesso a maioria dos programas, mas sem a possibilidade de fazer alterações. Também não é permitido fazer configurações que afetam outros usuários do computador.

Como criar uma nova conta de usuário no Windows 10

Para criar uma nova conta de usuário, clique em Iniciar > Configurações > Contas > Família e outros usuários:
É neste menu em que tudo acontece. Você pode criar novas contas para seus irmãos, filhos ou outros usuários em algumas etapas super fáceis.

Como adicionar membros da família

Mesmo se toda a família usar o mesmo PC, cada um pode ter a sua própria conta, inclusive as crianças. Antes de tudo, verifique se cada um dos usuários a serem adicionados tem uma conta Microsoft (Hotmail ou Outlook, por exemplo).
Uma conta Microsoft é necessária para qualquer conexão ao Windows 10 e para desfrutar de todos os recursos oferecidos pelo sistema operacional (Skype, OneDrive, Outlook, Sync Settings etc).

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Você pode criar contas de usuário adicionais para outros membros da família clicando em +Adicionar membro da família:
Aqui você tem duas opções: pode adicionar uma criança ou um adulto. Faça sua escolha, digite o e-mail da pessoa no campo dedicado e clique em Próximo.
Observação: se a pessoa não tiver uma conta Microsoft, clique em A pessoa que eu desejo adicionar não tem um endereço de e-mail e siga as instruções da tela para criar a conta da Microsoft:
Digite o e-mail da pessoa e clique em Próximo para criar a nova conta. Você deverá salvar a senha. O Windows 10 enviará um convite para o usuário. Agora, ele poderá se conectar ao PC com sua própria conta (endereço de e-mail e senha).

Como administrar membros da família

Toda vez que você adicionar um membro da sua família, uma entrada é criada na lista dos membrosda sua família. Selecione uma conta de usuário para exibir as opções adicionais.
Alterar tipo de conta : usuário padrão ou administrador;
Remover: impedir que o usuário selecionado se conecte ao seu PC.

Como adicionar outros usuários

Se você quiser adicionar outros usuários que não fazem parte de sua família para que eles possam usar o PC, isso também é possível. Usuários convidados podem se conectar com sua própria conta Microsoft, número de telefone ou usar uma conta local (nome de usuário e senha). Para isso, clique em Adicionar outra pessoa a este PC:

Digite o e-mail ou número de telefone do usuário, clique em Próximo e siga as instruções da tela:



Como criar uma conta local

Se você quiser usar uma conta local, clique em Eu não tenho as informações de logon desta pessoa e confirme clicando em Próximo. Na janela que aparece, clique em Adicionar um usuário sem conta da Microsoft:

Defina o nome de usuário e senha (opcional):


Clique em Avançar para criar a nova conta.

Fonte: http://br.ccm.net/faq/42647-windows-10-como-criar-e-gerenciar-contas-de-usuario