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terça-feira, 31 de março de 2015

BA - British Airways foi hackeada e milhagem roubadas

BA - British Airways foi hackeada e milhagem foram roubadas

British Airways (BA) confirmou que as contas de milhares de clientes executivos foram hackeadas


A empresa disse em um comunicado que estava “ciente de algumas atividades não autorizadas que afetou “um pequeno número de contas de passageiros do Executive Club”.

A invasão foi realizada utilizando informações sobre correntistas foram encontradas na web, de acordo com a BA (British Airways)



“Este parece ter sido o resultado de hackers que conseguiram obter acesso a informações sobre os clientes na internet, e que usando técnicas de força bruta conseguiram quebrar as senhas para obter acesso a algumas contas executivas”, disse BA em um comunicado.

A companhia aérea (BA) British Airways afirmou que nenhuma informação sensível foi alterada.


“Gostaríamos de tranquilizar os clientes que, nesta fase, não temos conhecimento de qualquer acesso a páginas de informações das contas dos clientes, incluindo históricos de viagens ou informações sobre o cartão de milhagens.”

No entanto nos fóruns os clientes da BA British Airways reclamam que suas milhagens foram roubadas



“No meu balanço ontem eu tinha 46.418 milhas e hoje de repente é zero??”, escreveu um cliente da BA no fórum.


Outro cliente da BA British Airways disse: Tinha 217.000 milhas na minha conta.


Outros clientes disseram que falaram com a BA no telefone, eles foram informados de que as contas foram canceladas devido as invasões e as milhagens seriam devolvidas.


Estamos levando este incidente muito a a sério, estamos tomando uma série de medidas para bloquear o acesso de hackers as contas”, Disse BA em sua declaração.

BA - British Airways foi hackeada e milhagem foram roubadas - HHonors-Card

O invasão na empresa aérea British Airways (BA) veio uma semana depois que foi descoberta uma grande falha de segurança nos sistemas de contas ‘Hilton HHonors’ do Hotel Hilton, uma vulnerabilidade que deixava qualquer pessoa hackear a conta simplesmente por adivinhar ou saber uma senha de nove dígitos.




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Em outra empresa aérea britânica revelou na semana passada que a Ryanair optou não utilizar banco de dados SQL para a criação de um novo aplicativo móvel para os clientes.

Comentário do Suporte Ninja:

A reportagem da V3 ficou um pouco confusa. E empresa aérea (BA) British Airways deve ter mentido quando disse a forma que os hackers conseguiram acesso as informações dos clientes (eles devem ter conseguido extrair apenas os nomes dos clientes através de uma Blind SQL inject) depois de se apoderar dos nomes atacaram usando força bruta nos passwords com algum software estilo do Hydra…)

Esse é palpite do Suporte Ninja devido a empresa aérea Ryanair por medida de segurança desistir de usar banco de dados SQL nos seus novos aplicativos moveis (E o uso de um banco de dados não SQL não protege em nada contra ataque de força bruta e sim contra SQL inject) Medida de segurança bastante radical diga se de passagem…

FIM…

Fonte: Dan Worth

Adaptado e comentado por Suporte Ninja

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segunda-feira, 30 de março de 2015

Highjacking toma controle completo do Android 4.3

Highjacking toma controle completo do Android 4.3

Os usuários do Android correm um novo risco de ser infectados por um novo Highjacking, isso porque a empresa de segurança da informação Palo Alto Networks descobriu um novo malware que pode afetar o sistema operacional Android 4.3 ou posteriores.


Chamado de Highjacking, o software malicioso tem a função de substituir aplicativos oficiais baixados pelos usuários em seus smartphones com Android 4.3 e substituí-los por versões falsas em que os hackers possuem o controle.

Esse “sequestro” permite que os criminosos virtuais comprometam o aparelho completamente e ainda tenham acesso a dados pessoais do usuários, tudo isso sem que eles percebam a ação.


Entre os principais riscos estão comprometimento da memória interna, acesso a senha de outros aplicativos e controle das informações que trafegam pelas redes móveis e pelo wi-fi.

A instalação do Highjacking é disfarçada e acontece por meio de outros aplicativos ou jogos, porém apenas para aqueles que baixam apps de outras fontes que não sejam o Google Play. Já que a loja da Google é protegida contra esse tipo de ação.


De acordo com a Palo Alto é aconselhável que os usuários tenham um cuidado especial aos atributos que automatizam o sistema operacional do celular, conhecido como “logcat”. Já que essa é a principal porta para que o Highjacking consiga agir.


Fonte Crypoid


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domingo, 29 de março de 2015

Vulnerabilidade no Windows 8.1 ainda sem correção

Um engenheiro do Google divulgou recentemente uma vulnerabilidade no Windows 8.1 que ainda não foi corrigida pela Microsoft. Conhecido na Web como Forshaw, ele defendeu a divulgação da vulnerabilidade afirmando que esperou 90 dias após reportá-la para só então divulgá-la publicamente.

A vulnerabilidade do windows 8.1 foi batizada na web por FORSHAW


Vulnerabilidade no Windows 8.1 ainda sem correção

Vulnerabilidade no Windows 8.1 ainda não tem correção ou patch


De acordo com o post publicado por ele, a vulnerabilidade no Windows 8.1 permite a elevação de privilégios na chamada de sistema NtApphelpCacheControl, que tem seu código presente no arquivo ahcache.sys, e já existe uma aplicação que pode ser usada para demonstração da falha.


Esta vulnerabilidade do windows 8.1 permite que os dados de compatibilidade de aplicativos sejam armazenados em um cache para agilizar seu uso posterior quando novos processos são criados.

Um usuário comum pode consultar o cache mas não pode adicionar novas entradas já que a operação é restrita aos administradores. Isto é verificado na função AhcVerifyAdminContext.

A vulnerabilidade faz com que esta verificação não seja feita corretamente, permitindo a elevação de privilégios.

Com esta vulnerabilidade no windows 8.1 ele criou uma entrada no cache e conseguiu elevação de privelégios


No exemplo usado por Forshaw, ele criou uma entrada no cache para um executável que terá seus privilégios elevados automaticamente.

A presença da vulnerabilidade foi comprovada nas versões 32 e 64 bits do Windows 8.1 com Update 1. Ele não disse com certeza se ela também está presente em outras versões do sistema operacional como o Windows 7.



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Em uma nota, a Microsoft confirmou que já está trabalhando em uma correção para a vulnerabilidade no Windows 8.1. A empresa não informou se a correção será lançada junto com as atualizações de segurança do mês de janeiro no próximo dia 13 ou antes.

fonte:

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Domínios estão sendo roubados por Hackers, FBI já relatou 26 casos

Hackers estão roubando domínios, o FBI já relatou 26 casos

A nova onda agora é roubo de domínios.

Criminosos cibernéticos que atacam empresas estão roubando mais do que senhas e números de cartões de crédito de clientes hoje em dia. Alguns estão se apropriando indevidamente dos próprios endereços — ou domínios — dos sites das empresas.

A novidade é que hackers estão roubando domínios. Veja o caso da Shadesdaddy.com


Quando Pablo Palatnik viu, no monitor do seu escritório em Miami, o relatório do Google que mostrava o tráfego de internet da sua empresa em fevereiro, ele ficou alarmado. O tráfego da Shadesdaddy.com havia caído 80% em relação a seu nível normal, de cerca de 10 mil visitantes diários.


Em um primeiro momento, Palatnik suspeitou que o servidor tivesse caído. Mas depois de investigar mais, o empresário de 32 anos de idade descobriu um problema mais sério. Um ladrão cibernético havia desviado o domínio de sua empresa — o endereço de internet que é fundamental para suas vendas on-line — para a China.

Hackers estão roubando domínios, O FBI relatou 26 casos de domínios roubados.


Isso significa que clientes potenciais procurando na internet por marcas de óculos de sol como Oakley, Ray-Ban e Versace não conseguiram acessar o site da varejista on-line, que já existe há oito anos. “Nunca pensei que alguém pudesse roubar o nosso domínio, nunca tinha ouvido falar mas hackers estão roubando domínios”, diz ele.

A experiência de Palatnik ressalta um risco crescente de segurança pouco observado pelos proprietários de empresas. Ladrões cibernéticos podem roubar domínios e transferi-los para lugares como China, Leste Europeu e Rússia no que parece ser uma “atividade criminal organizada”, diz Philip Corwin, advogado da Associação Comercial da Internet, um grupo setorial de desenvolvedores e investidores em domínios.

A organização sem fins lucrativos Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números — ou Icann, na sigla em inglês —, que coordenada a alocação dos endereços da web, recebeu cerca de 140 queixas sobre roubo de domínios nos últimos 20 meses.

Os ladrões podem buscar um resgate pelo domínio, revendê-lo ousar a informação para ganhar acesso a dados de pessoas ou da empresa, diz David Weslow, um advogado da área de internet em Washington. Os criminosos também podem “estar interessados em outras formas de monetizar o domínio roubado, como usá-lo para ganhar com anúncios que pagam por clique, baixar programas nocivos ou enviar e-mails que parecem legítimos, mas que contêm vírus ou mensagens enganosas que visam obter dados confidenciais.

Pelo menos, 15 ações de ressarcimento de domínios foram abertas na Justiça dos Estados Unidos em 2014, comparado com 5 em 2013 e 10 em 2012, diz Stevan Lieberman, um advogado de Washington que representa detentores de domínios. Os números não incluem casos ou disputas na justiça que não resultaram em litígio.

Pequenas empresas com domínios destacados — assim como empreendedores que registram certos nomes de domínio particulares com planos para revendê-los — podem ser particularmente vulneráveis porque possuem sistemas menos sofisticados de segurança de internet.

Empresários frequentemente pagam milhares de dólares para obter seus endereços na internet. Os domínios mais procurados podem atingir milhões de dólares, embora o preço médio por domínio tenha sido de US$ 3 mil em 2014, 9% maior que no ano anterior, segundo o DNJournal.com, uma publicação do setor.




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Tomem muito cuidado com o seus domínios, e com quem vocês registram os domínios.


Às vezes, criminosos cibernéticos roubam domínios depois de extrair os dados de contato dos proprietários de listagens de diretórios públicos. Os hackers, então, enviam e-mails especialmente concebidos para capturar sorrateiramente as senhas do dono do domínio, diz Enrico Schaefer, advogado especializado em leis sobre internet da Traverse City, do Estado americano de Michigan. Uma vez de posse desses dados, os hackers assumem o controle do domínio da empresa e o transferem para outro usuário registrado usando uma conta controlada por um criminoso cibernético.

Na Premier Machine Product Inc., uma empresa de 14 funcionários sediada em Ohio, o tráfego de e-mail parou de repente em meados de novembro. Rapidamente, seus clientes se queixaram que e-mails e encomendas dos parafusos e outras peças customizadas que a empresa vende on-line estavam retornando.

Na verdade, o registro de domínio da Premier havia vencido depois que alguém transferiu o e-mail associado a ele para uma conta “estranha” de Hotmail no exterior, diz um dos donos da Premier, John Reed. A Premier não recebeu uma notificação para renovar seu registro por causa da troca do endereço do e-mail, acrescenta.

O FBI, a polícia federal dos EUA, informou que abriu cerca de 26 casos envolvendo roubo de domínios nos últimos 12 meses. Além disso, o Centro para Queixas de Crimes da Internet, parceria entre o FBI e organização sem fins lucrativos Centro Nacional de Crimes do Colarinho Branco, recebeu 17 reclamações de roubos de domínios. Nove deles registraram prejuízos num total de US$ 3,5 milhões.

Em Miami, a ShadesDaddy.com ficou fora do ar por 11 dias e teve perdas de US$ 50 mil em receita, estima Palatnik, o que o levou a demitir seis de seus oito empregados.

Ele finalmente reconquistou o domínio ShadesDaddy.com depois de entrar com uma ação administrativa para provar que era o proprietário de direito à VeriSign Inc., que mantém a lista definitiva dos nomes de domínio que terminam em “.com”, diz o advogado do empresário.

Palatnik recontratou recentemente os funcionários demitidos e está tentando recuperar o seu tráfego na internet.

Fonte: Josh Ritchie for The Wall Street JournalT

Tradução: Regina Tupinambá

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sábado, 28 de março de 2015

Espionar celular - Facebook, whatsapp, sms - Vulnerabilidade na rede SS7

Uma Vulnerabilidade foi encontrada por pesquisadores alemães (Nohl and Tobias Engel) Ela permite espionar celular e os dados 3G (facebook, whatsapp, email, sms,) em qualquer lugar do mundo


descobriram algumas vulnerabilidades que permitem espionar celular de qualquer tipo com a interceptação de mensagens de texto e trafego de dados 3G. O detalhe é que é possível espionar celular mesmo em redes SS7 com criptografia avançada.
Através desta vulnerabilidade descoberta é possível espionar celular e a rede de dados 3G e com isso, também (Facebook, whatsapp, email etc…) estão comprometidos e só podem ser protegidos através do uso de uma VPN

Espionar celular - Novos bugs encontrados - Alemães descobriram falhas que permitem espionar qualquer celular

Alemães descobrem falhas que permitem espionar celular em qualquer lugar do mundo


As falhas são o exemplo mais recente da insegurança no SS7, sistema global que permite que as operadoras de telefonia celular façam o roteamento de chamadas, mensagens de texto e outros serviços como whatsapp, facebook, twitter. emails e SMS.

Especialistas em segurança dizem que o SS7, criado na década de 80, possui múltiplas vulnerabilidades que minam a privacidade do bilhões de clientes das operadoras de telefonia celular, o que facilita muito para criminosos possam conseguir espionar celular dos clientes de todas as operadoras em todo o mundo.

As falhas descobertas pelos pesquisadores alemães se aproveitam de funções integradas no SS7 que servem a outros propósitos, como alternar entre uma torre e outra ou manter a chamada conectada quando o usuário está dentro de um veículo em alta velocidade.

Os hackers podem então readaptar estas funções para conseguir explorar a vulnerabilidade e espionar celular e o trafego de dados como Facebook, whatsapp devido ao baixo nível de segurança da rede SS7.




Aqueles com mais conhecimento sobre as funções integradas no SS7 podem localizar quem está fazendo uma chamada em qualquer lugar do mundo, ouvir chamadas em tempo real, gravar chamadas criptografadas e interceptar mensagens de texto.

Estas vulnerabilidades continuam presentes mesmo com o investimento de bilhões de dólares das operadoras em redes 3G mais seguras. O problema é que mesmo com esta maior segurança, a comunicação entre as operadoras ainda precisa ser feita via SS7.

Com isso uma rede no Congo, por exemplo, pode ser usada para poder espionar celular na rede de telefonia de celular nos Estados Unidos.


Veja este manual, ele descreve como espionar celular do outro lado do planeta (Faça o download dos slides)

Como este manual hacker descreve como espionar qualquer celular do outro lado do planeta

Manual em slides (Em inglês )Slides de como espionar celular em qualquer lugar do mundo (Em inglês)

O Suporte Ninja já fechou parceria com o melhor serviço de VPN do mundo a VyprVPN e esta implementando a revenda dos planos de proteção com suporte no próprio Suporte Ninja e em Português para poder proteger melhor nossos clientes




Fonte:WashingtonPost

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quinta-feira, 26 de março de 2015

China assume possuir exército de hackers publicamente

O maior clã de Hackers da China é o 'PLA Unit 61398

China finalmente admite que tem unidades especiais de hackers para ciberguerra- e em grandes quantidades.


Nos últimos anos a China tem sido incriminada pelos Estados Unidos e muitos outros países pela realização de diversos ataques cibernéticos de níveis avançados, mas o país negou veementemente as alegações. No entanto, pela primeira vez, a China admitiu que tem divisões de ciberguerra e em grandes quantidades na verdade.

Na última edição atualizada de uma publicação chamado A Ciência da Estratégia Militar, a China finalmente quebrou o silêncio e falou abertamente sobre suas capacidades de espionagem e ataques cibernéticos e claramente declarou que unidades hackers especializadas voltadas para guerra cibernética.

De acordo com McReynolds, a China tem três tipos de unidades de hackers militares operacionais:


Um especialista em estratégia militar da China do Centro de Pesquisa e Análise de Inteligência, Joe McReynolds disse que esta é a primeira vez que a China explicitamente reconheceu que tem um exercito secreto de Hackers, tanto militares como civis.

De acordo com especialistas, todas as unidades hackers acima são utilizados em operações de ciberguerra civil.


De acordo com McReynolds, a China tem três tipos de unidades hackers militares operacionais:

Forças militares especializadas para ciberguerra – O aparelho projetado para realizar ataques de rede de defesa e ataque.

Grupos de especialistas de organizações da sociedade civil – A unidade tem número de especialistas de organizações civis – incluindo o Ministério da Segurança do Estado (a CIA da China), e do Ministério da Segurança Pública (o FBI da China) ​​- que estão autorizados a liderar e conduzir operações militar na rede.
Exércitos particulares – Esta unidade é formada por hackers mercenários contratados e contém entidades não governamentais (hackers patrocinados pelo Estado) que podem ser organizados e mobilizados para as operações de guerra na rede.

Os hackers da China são os mais procurados


No ano passado, os Estados Unidos apresentaram acusações criminais contra cinco oficiais militares da China, chamado Wang Dong, Sun Kailiang, Wen Xinyu, Huang Zhenyu, e Gu Chunhui, para cortar e conduzindo espionagem cibernética contra várias empresas norte-americanas.
Os hackers da China são os mais procurados

O maior clã de Hackers da China é o ‘PLA Unit 61398


Os supostos hackers disseram ter trabalhado com a “PLA Unit 61398″ em Xangai. Entre espionando empresas norte-americanas e roubar segredos comerciais, eles também havia acusado por roubar informações sobre um projeto de planta de energia nuclear e de custos e preços de uma empresa de painéis solares.

Espionagem industrial contra empresas privadas para roubar segredos industriais.


Em 2013, a empresa de segurança privada americana Mandiant publicou um relatório de 60 páginas que detalhava sobre o famoso grupo chinês de hackers ‘PLA Unit 61398′, suspeito de travar a guerra cibernética contra empresas americanas, organizações e agências governamentais perto de um prédio de 12 andares na periferia de Xangai.

O ‘PLA Unit 61398′ também tomou como alvo um grande número de agências governamentais e empresas cujas bases de dados contêm informações detalhadas sobre a vasta infra estruturas críticas dos Estados Unidos, incluindo gasodutos, linhas de transmissão e instalações de geração de energia.

Fonte:Hacker-News

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Planetas perdidos do Sistema Solar

Você já reparou como muitos dos sistemas planetários descobertos até agora têm vários planetas localizados em órbitas bem pequenas, bem menores que as da Terra? Pois bem. Agora uma dupla de astrônomos nos Estados Unidos está propondo que o Sistema Solar também pode ter sido assim nos seus primórdios, com vários planetas maiores que o nosso ocupando órbitas mais internas.


Planetas perdidos do Sistema Solar (Crédito: Nasa)

Será que o Sistema Solar já foi parecido com Kepler-11, sistema que tem seis planetas maiores que a Terra em órbitas próximas de sua estrela? Uma dupla de pesquisadores acredita que sim. (Crédito: Nasa)








Certo, fácil falar. Mas onde estão esses planetas agora?


De acordo com simulações realizadas por Greg Laughlin, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, e Konstantin Batygin, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), esses mundos primordiais teriam sido destruídos por um evento cataclísmico, e foi isso que viabilizou o posterior surgimento da Terra. Se os pesquisadores estiverem certos, mundos de pequeno porte e com atmosferas modestas, como o nosso, podem ser bem mais raros do que antes se imaginava.


A conclusão é bombástica, porque enfatiza que muitos dos planetas detectados fora do Sistema Solar que, pelo porte, se assemelhariam à Terra podem na verdade ser completamente diferentes.


“Dramaticamente, nosso trabalho implica que a maioria dos planetas com massa similar à terrestre é fortemente enriquecida em elementos voláteis e é inabitável”, escrevem os pesquisadores em seu artigo, publicado na última edição do periódico “PNAS”.


(Você se interessa pelo tema busca por vida extraterrestre e deseja se aprofundar no assunto? Dê uma olhadinha nisto aqui!)


DE ONDE VEIO ISSO?

Parece uma conclusão extraordinária. E é mesmo. Estamos falando de eventos hipotéticos ocorridos há 4,6 bilhões de anos, dos quais há praticamente nenhuma evidência. O trabalho é altamente especulativo e explora tudo que temos descoberto sobre a formação de planetas nas últimas duas décadas. Vamos recapitular esses passos, e aí a história da pesquisa vai se assemelhar muito à clássica desculpa de bêbado: “Sabe como é, uma coisa levou a outra…”


Tudo começa em 1995, quando o primeiro planeta em torno de outra estrela similar ao Sol, 51 Pegasi b, foi descoberto. Ele era um gigante gasoso, como Júpiter. Até aí tudo bem. O problema é que ele completava uma volta em torno de sua estrela em coisa de quatro dias. Era algo simplesmente impossível, a julgar por tudo que achávamos que sabíamos sobre formação de planetas. Bastou essa única e solitária descoberta para colocar nossos frágeis modelos em xeque, inspirados unicamente pela arquitetura do nosso próprio sistema. Vamos a ela.


Ao redor do Sol, os planetas estão distribuídos confortavelmente em longas órbitas, com os mundos rochosos e menores na região interna do sistema e os gigantes gasosos na região externa. O mais interno dos planetas, Mercúrio, é também o menor, e completa uma volta em torno do Sol em 88 dias.


Compare isso à bizarrice de 51 Peg b — um planeta gigante praticamente colado à sua estrela. Os cientistas estavam convencidos de que aquele mundo jamais poderia ter se formado ali, pois a estrela recém-nascida teria “soprado” todo o gás daquela região antes que o planeta pudesse acumulá-lo em sua volumosa atmosfera. Com isso, os astrônomos começaram a levar a sério a noção de migração planetária — o fato de que interações entre mundos recém-nascidos e o disco de gás e poeira que circunda a estrela e dá origem a eles poderia fazer com que suas órbitas se deslocassem.


No fim das contas, duas décadas e mais de mil exoplanetas depois, já sabemos que o caso de 51 Peg b era mesmo extremo — menos de 1% das estrelas têm um “Júpiter Quente” como ele. Contudo, também restava conclusivamente demonstrado que a migração planetária, em diferentes escalas, era um fenômeno bem possível e comum.


Ao mesmo tempo, com o aumento da amostra de sistemas, descobrimos que o nosso Sistema Solar também não era lá a coisa mais comum do Universo. Muitos dos exoplanetas menores que Júpiter se distribuem em órbitas bem mais próximas de suas estrelas que as vistas nos nossos quatro mundos rochosos — Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.


Laughlin e Batygin citam em seu artigo o caso emblemático do sistema Kepler-11, descoberto em 2011, que tem seis planetas, todos eles com diâmetros entre duas e quatro vezes o da Terra, distribuídos por uma região apenas um pouco maior que a órbita de Mercúrio. Ou seja, onde aqui temos apenas um mundo com meio décimo da massa terrestre, lá existem seis planetas com uma massa total equivalente a pelo menos 40 Terras. E o detalhe sinistro: o Sol e a estrela Kepler-11 são bem parecidos, o que faz supor que talvez ambos tenham tido mais ou menos a mesma quantidade de material ao seu redor para formação planetária. Para onde foi essa joça toda em nosso Sistema Solar, considerando que os nossos quatro planetas rochosos não somam nem três massas terrestres?


REFINANDO O SISTEMA SOLAR

Enquanto isso, os modelos de formação do Sistema Solar encontravam suas próprias dificuldades. Mesmo modulando a quantidade de material para acabar com uma massa compatível com a dos planetas que temos por aqui, as simulações não produziam de jeito nenhum um Marte com o tamanho certo. Ele sempre saía “maior que a encomenda”, mais ou menos como a Terra.


Isso até 2011, quando um grupo de pesquisadores publicou na “Nature” um artigo sugerindo uma solução. A resposta estaria na migração de Júpiter. Suponha que ele tenha se formado a 3,5 UA de distância do Sol (uma unidade astronômica é a distância média Terra-Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros) e depois migrado para dentro até uma posição a cerca de 1,5 UA, perturbando o disco de gás e poeira naquela região, para finalmente migrar para fora, até 5,2 UA (sua posição atual), puxado por Saturno, recém-nascido. Se tudo isso aconteceu, as simulações resultantes produzem Marte no tamanho certo e também explicam a distribuição dos objetos do cinturão de asteroides e a presença de água nos planetas rochosos.


A farra do Grand Tack, a migração temporária de Júpiter e Saturno e os Planetas perdidos do Sistema Solar (Crédito:Nasa) e (Crédito: Kevin Walsh et. al)

A farra do Grand Tack, a migração temporária de Júpiter e Saturno (Crédito: Kevin Walsh et al.)



Desde então, essa hipótese, conhecida como “Grand Tack”, tem sido levada bastante a sério. Afinal, os exoplanetas mostram que migração planetária é um fenômeno mais que comum. Por que não poderia ter acontecido em nosso próprio sistema?


E foi aí que “uma coisa levou a outra” no trabalho de Laughlin e Batygin. Eles pensaram: e se o nosso Sistema Solar também começou com um monte de planetas na região interna do disco, que teriam se formado na mesma época de Júpiter, o que o Grand Tack teria causado em suas órbitas?


DEVASTAÇÃO

O resultado foi basicamente um massacre. As órbitas são bagunçadas, os planetas acabam colidindo uns com os outros, produzem uma reação em cadeia, tudo vira um monte de pedregulhos novamente e a maior parte desse material acaba caindo na direção do Sol. O que sobra acaba formando novos planetas — dessa vez bem menores e mais espaçados. Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Nós.


Imagem de uma das simulações de Batygin e Laughlin do que teria acontecido no nosso Sistema Solar -- uma bagunça. e os Planetas perdidos do Sistema Solar (Crédito:Nasa) e (Crédito: Batygin et. al)

Imagem de uma das simulações de Batygin e Laughlin do que teria acontecido no nosso Sistema Solar — uma bagunça. (Crédito: Konstantin Batygin et al.)



Uma pergunta que pode ter ocorrido a você a essa altura: foi isso mesmo que aconteceu? Atenção para a resposta mais honesta que se pode dar em ciência: não sabemos.


ALTERNATIVA

Em contrapartida, outra hipótese tem sido defendida em trabalhos recentes pelo astrônomo brasileiro André Izidoro, pesquisador da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Universidade de Nice, na França. Em 2014, ele publicou um artigo no “Astrophysical Journal” mostrando que o Grand Tack não era realmente necessário para a formação de Marte — em vez disso, uma mera flutuação na densidade do disco na região poderia explicar o surgimento do planeta vermelho com seu tamanho observado.


“Ou seja, não pode ser assumido como verdade absoluta que Júpiter de fato migrou tanto para as regiões mais internas e voltou depois para uma região mais externa”, disse ao Mensageiro Sideral o astrônomo Jorge Meléndez, da USP (Universidade de São Paulo), que não participou de nenhum dos trabalhos. “O que eu não gostei do artigo da ‘PNAS’ é que ele não discute muito explicações alternativas, como a do trabalho do Izidoro”, completa.


Mas, se não houve Grand Tack, por que o Sistema Solar não tem lá suas superterras? Em parceria com alguns dos proponentes originais do Grand Tack, Izidoro acaba de mostrar que as superterras podem ser planetas originários das regiões mais externas que então migram para dentro — exceto se houver um gigante gasoso no meio do caminho para barrá-los. Em seu mais novo artigo, submetido em janeiro deste ano e aceito para publicação no “Astrophysical Journal Letters”, ele apresenta essa hipótese, sugerindo que Urano e Netuno — e possivelmente Saturno — talvez tivessem migrado para dentro e se tornado superterras ou mininetunos (terminando menores que seu tamanho atual por viajarem para regiões com menos gás durante sua formação), se Júpiter não estivesse no meio do caminho para impedi-los de passar.


Ou seja, Izidoro e seus colegas preveem que sistemas com muitas superterras próximas à estrela devem não ter gigantes gasosos afastados. E isso fornece um meio de testar a hipótese. No momento, apesar de quase 2 mil planetas descobertos, ainda nos faltam estatísticas confiáveis para apontar em qualquer direção. Se encontrarmos muitas superterras em sistemas com gigantes gasosos, saberemos que Izidoro está errado e Laughlin e Batygin devem estar na trilha certa. Por outro lado, se encontrarmos gigantes gasosos com no máximo uma superterra mais interna (as simulações mostram que, em algumas raras ocasiões, a superterra consegue “pular” o gigante gasoso e migrar para dentro sem ser ejetada do sistema), e mais frequentemente nenhuma, então saberemos que Izidoro e seus colegas acabaram acertando o alvo. Nesse caso, poderemos concluir que o Sistema Solar provavelmente nunca teve as superterras primordiais que a dupla da Califórnia propõe.







Talvez essa história toda seja cifrada demais para quem espera da ciência respostas claras e inequívocas. Mas hoje fizemos uma visita aos “porões da astronomia”, por assim dizer. Tiramos os esqueletos do armário e mostramos muito mais o que não sabemos do que o que de fato compreendemos. É aquele estágio de confusão que antecede os consensos, em meio a debates de hipóteses conflitantes, todas passíveis de teste por experimentos (no caso, simulações) e observações (no estudo de exoplanetas). E essa na verdade é a grande força da ciência. Ela não permite que as ideias — por mais belas que sejam — se sobreponham aos fatos. E, no processo, ainda ganhamos um lampejo mais claro da incrível força criativa da natureza. Ainda não sabemos com que receita exata se produzem as arquiteturas dos exoplanetas. Mas já temos a convicção de que elas são mais variadas do que sequer conseguimos imaginar. Que bom!


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PARA IR MAIS FUNDO

Em tese, o texto acabou aí em cima. Mas, se você ainda não se cansou do tema, logo abaixo vai a entrevista que fiz com o russo Konstantin Batygin, um dos autores da hipótese das superterras solares, sobre seu trabalho na “PNAS”. Com 28 anos, ele é professor assistente do Caltech e foi eleito um dos “30 abaixo de 30″ da revista “Forbes”, que destaca os cientistas que despontam ainda jovenscomo expoentes acadêmicos. (Aviso aos navegantes: o papo é tão cabeludo quanto ele.)


O astrônomo russo Konstantin Batygin, autor do artigo das superterras solares. E os Planetas perdidos do Sistema Solar (Créditos:Nasa e Caltech)

O astrônomo russo Konstantin Batygin, autor do artigo das superterras solares. (Crédito: Caltech)



Mensageiro Sideral – É interessante propor que o Sistema Solar tinha mais planetas mais internos que Mercúrio, mas isso não entra em conflito com nossos modelos mais aceitos de formação planetária quando aplicados ao Sistema Solar? A maioria dos pesquisadores tende a explicar exoplanetas próximos à estrela por meio de migração, em vez de formação in-situ. Por que vocês acharam que deviam inverter isso?


Konstantin Batygin - O modo exato de formação planetária, aplicado a sistemas planetários compactos, permanece uma questão controversa, mas de fato não é muito crucial para o modelo que apresentamos. Se nosso entendimento de formação de planetas gigantes está correto, então a formação de planetas sólidos, como superterras e netunos, deve acontecer antes da formação de Júpiter e Saturno, porque eles agem como núcleos que mais tarde acretam gás para se tornar gigantes. Além disso, formação de planetas gigantes é fundamentalmente não muito eficiente, de forma que o número de núcleos provavelmente excedeu o número de gigantes gasosos por uma fração substancial (as estatísticas extra-solares confirmam isso). Portanto, independentemente de as superterras terem se formado in-situ ou distantes e depois carregadas para dentro por migração extensa, é provável que elas tenham existido no Sistema Solar antes que Júpiter e Saturno tenham se formado e iniciado sua jornada.


Mensageiro Sideral – Eu pensei que neste momento a maioria dos pesquisadores concordasse com a ideia de que os planetas gigantes (Júpiter e Saturno, no nosso caso) se formassem antes, porque eles precisavam acretar rápido o suficiente de forma que o gás não tenha ainda sido inteiramente dissipado pela estrela nascente. Esse é um problema antigo dos estudos de acreção de núcleos, mas eu estava com a impressão de que a maioria dos cientistas hoje já favorece modelos em que Júpiter vem primeiro, e os planetas terrestres têm mais tempo de crescer até seus tamanhos finais. Não é isso? A maioria dos cientistas planetários não acredita que Júpiter veio primeiro em nosso Sistema Solar?


Batygin - Bem, esse é um assunto complicado.

No Sistema Solar, a formação de planetas evidentemente aconteceu em duas ondas


A primeira gerou os planetas massivos: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Essa primeira onda levou menos de 10 milhões de anos para se completar.

A segunda onda ocorreu numa escala de 100 milhões de anos e gerou os planetas de baixa massa:


Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. É convencionalmente presumido que a maioria dos exoplanetas em órbitas compactas participou de migração induzida pelo disco (embora, como eu disse antes, esse ponto seja discutível). Então eles devem ter sido gerados enquanto o gás estava por aí, e portanto deveriam pertencer ao mesmo grupo de planetas que Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Note que até mesmo no Sistema Solar, Urano e Netuno representam núcleos que fracassaram em acretar quantidades substanciais de gás (eles têm apenas cerca de uma massa terrestre de hidrogênio e hélio cada um). O que o nosso estudo faz é sugerir que Urano e Netuno não foram os únicos núcleos fracassados do Sistema Solar. Em vez disso, sugerimos que antes que Júpiter tivesse se formado (de acordo com modelos de formação convencionais, a acreção de Júpiter leva cerca de 3 milhões de anos), o Sistema Solar gerou vários núcleos que eram parte do mesmo processo dominante de formação planetária que é comumente responsável por planetas com órbitas compactas que observamos em torno de outras estrelas.


Mensageiro Sideral – Se vocês estiverem certos, então planetas do tamanho da Terra encontrados em órbitas mais compactas em torno de outras estrelas deveriam ser fundamentalmente diferentes da Terra. Contudo, para a maioria dos planetas com massa e tamanho similares aos da Terra que tiveram sua densidade medida, encontramos valores entre os da Terra e de Mercúrio. Isso não entra em conflito com sua expectativa de que esses planetas mais internos tivessem maior quantidade de material volátil e fossem menos densos que a Terra?


Batygin - Na verdade, medidas de densidade de superterras extra-solares variam enormemente. Algumas são consistentes com a densidade de rocha, outras com gelo, enquanto outras são muito mais baixas, indicando que devem ser enriquecidas em hidrogênio e hélio. Há um viés, contudo: é mais fácil medir as massas de planetas com densidades maiores, então eles tendem a ter barras de erro melhores. Mas geralmente composições de planetas extra-solares sugerem que planetas como a Terra (aqueles sem atmosferas apreciáveis) são uma exceção à regra, em vez da norma.


Mensageiro Sideral – Eu sei que as densidades variam bastante para planetas do tipo superterra, mas estudos mais recentes, apresentados na última reunião da AAS, parecem mostrar que há uma forte correlação com tamanho: menos que 1,6 raio terrestre tende a ser planeta rochoso, mais que 1,6 raio terrestre tende a ser mininetuno. Isso não derruba a ideia de que é a história do sistema, em vez de suas propriedades intrínsecas, o que determina quem acaba se parecendo com planeta gigante ou não?


Batygin - Essa é uma pergunta excelente, mas a resposta a essa questão não é trivial por duas razões. Primeiro é que a evaporação importa. Deve existir algum tamanho crítico de objeto numa dada órbita aquém do qual, mesmo que você comece com uma atmosfera rica em hidrogênio, ela acaba soprada durante os estágios iniciais de formação planetária (porque o fluxo extremo de UV pode ser muito alto). Esse tamanho pode ser muito bem 1,6 raio terrestre para órbitas típicas de exoplanetas. Segundo é que uma vez que frações significativas de gás são introduzidas, as relações de massa-raio dos planetas podem se tornar bem complicadas. Ou seja, torna-se difícil traduzir o que um objeto de 1,6 raio terrestre significa em termos de massa. Pode ser um objeto rochoso com 4 massas terrestres ou um objeto rico em gás com 1,5 massa terrestre. Ambos podem produzir o mesmo raio. No fim das contas, parece que uma fração substancial dos exoplanetas observados (na classe das superterras) se formou enquanto havia gás, o que é a premissa inicial do nosso trabalho.


Mensageiro Sideral – Por fim, não temos de lidar com o fato de que temos um viés observacional forte em favor de sistemas compactos, seja qual for o método, velocidade radial ou trânsito? Isso não deveria contar para determinarmos quão estranho nosso próprio sistema planetário parece ser?


Batygin - Com certeza sim, e esse viés observacional é cuidadosamente levado em conta. Considerando isso, cálculos estatísticos sugerem que cerca de metade das estrelas similares ao Sol observadas possuem planetas em órbitas compactas menos massivos que 20 massas terrestres. Isso deveria ser comparado com a taxa de ocorrência de gigantes gasosos como Júpiter e Saturno, que é de apenas cerca de 10%. Então, embora a formação de planetas seja comum, seu modo dominante gera preferencialmente objetos sub-jovianos em órbitas compactas.


Fonte:Salvador Nogueira é jornalista de ciência e autor de oito livros


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segunda-feira, 23 de março de 2015

Vulnerável - Não logar em sites de 3° usando o Facebook

Vulnerável - Não logar em sites de 3° usando o Facebook
(Foto: flickr/ creative commons)

Conduta online vulnerável, não se deve usar a autenticação em sites de 3° usando o ID da sua conta do Facebook


Convenhamos – é muito chato precisar fazer uma senha e login novos para cada serviço que você usa na web. É muito mais cômodo centralizar todas as suas contas em um serviço só, como o Facebook, que oferece um botão de autenticação que pode ser usado em inúmeros outros sites, como o portal de reservas de hotéis Booking.com, o publicador de vídeo Vimeo… enfim, apostamos que, se você é usuário da rede de Zuckerberg, tem vários serviços atrelados a sua conta por lá. Porém temos uma má notícia: suas informações nestes outros websites estão em risco.



Um pesquisador chamado Egor Homakov encontrou um bug que permite que as informações pessoais cadastradas nestes serviços sejam roubadas.


Ele criou uma ferramenta chamada RECONNECT que tira vantagem dessas falhas que surgem quando a autenticação por login do Facebook é implementada nesses serviços. Tudo para demonstrar que um hacker pode obter a conta de uma vítima se ela clicar em um link malicioso.

Especialistas em segurança online revisaram a pesquisa a pedido do site Motherboard e confirmaram que o bug é legítimo – mas não sabem afirmar se ele ainda está ativo devido às denúncias de Egor. De acordo com Patrick Nielsen, pesquisador do Kaspersky Lab, a ferramenta desenvolvida permite que um hacker tome conta de um cookie de uma pessoa no website alvo e acesse a conta da vítima no mesmo. O que é extremamente preocupante em serviços que guardam informações sobre cartões de crédito dos usuários por exemplo.

Vale ressaltar: o hacker não consegue se apossar da conta do Facebook da vítima, mas sim das contas em sites que usam o sistema de login do Facebook, ou seja não é o Facebook que está vulnerável e sim os sites que utilizam estes serviços de autenticação via ID do Facebook.


Egor afirma que descobriu que estava vulnerável no ano passado e o denunciou que existiam estes logins vulnerável para o Facebook


O Facebook que não fez nada sobre o login vulnerável. Então ele resolveu criar a ferramenta para provar ao pessoal do Zuckerberg o bug que deixa o sistema de login vulnerável. Já o Facebook declarou ao Motherboard que o bug já era conhecido deles, mas que pode ser prevenido por desenvolvedores na hora da implementação do botão se as ‘melhores práticas’ aconselhadas pelo Facebook forem seguidas.

O melhor conselho nesse caso?

Criar contas novas com logins e senhas diferentes para cada serviço que você usa na internet e não centralizar todos em uma só rede, como o Facebook


 Vale não clicar em links suspeitos que possam aparecer na hora de fazer o login. Afinal, no caso do Reconnect, o usuário precisa clicar em um pop up que surge na página para que a brecha na segurança seja aproveitada.

O Suporte Ninja vai publicar em breve algumas dicas de práticas online mais saudáveis, rápidas e práticas que não deixe nossos clientes em estado tão vulnerável


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domingo, 22 de março de 2015

O melhor removedor de spywares,malwares e root-kits


 Adwcleaner: Como remover programas indesejados do seu computador



O Adwcleaner é um poderoso utilitário, desenvolvido para remover programas indesejados do seu computador, tais como barra de ferramentas, adwares (exibem propagandas) e hijackers (alteram a página inicial do navegador e preferências de pesquisa). Esse tipo de infecção tem sido cada vez mais comum na vida dos usuários, pois são instalados juntamente com programas populares da Internet.

Para piorar a situação, sites populares de download como o Baixaki e o Superdownloads adotaram um tipo de “instalador”, que induz a instalação desses programas no seu computador.

No tutorial você vai aprender como usar o Adwcleaner para remover essas infecções que tanto atrapalham o uso da Internet e do computador de forma geral.






 Adwcleaner download


Abaixo está o link para download atualizado do Adwcleaner, diretamente no site do desenvolvedor.

Download Adwcleaner – Site Oficial

Se tiver algum problema, utilize o link abaixo.

Download Adwcleaner – Link alternativo

O Adwcleaner é totalmente compatível com Windows XP/Vista/7/8/8.1

Tutorial: Como usar o Adwcleaner


Após o download execute o Adwcleaner, usuários do Windows 7/8/8.1 devem utilizar a opção “Executar como Administrador”, clicando com o botão direito do mouse. Clique no botão “Examinar” e aguarde.

Adwcleaner como usar

O Adwcleaner faz uma varredura no computador em busca de programas indesejados, ao final os resultados são exibidos separados por abas (Serviços, Pastas, Arquivos, Atalhos, Registro, Internet Explorer, Chrome) onde é possível visualizar tudo que foi encontrado no seu computador.

Clique em “Limpar” e aguarde. Um aviso será exibido na tela, alertando que todos os demais programas serão encerrados, salve os seus arquivos que estiverem abertos e clique em “OK”.






Um novo aviso é exibido na tela do computador, dando dicas de como evitar a instalação de programas indesejados no seu computador, leia com atenção e clique em “OK”. A ferramenta citada nesse aviso, Hosts Anti-PUP/Adware, não está mais disponível.

Adwcleaner como usar

Agora será solicitado que você reinicie o seu computador para finalizar a limpeza, após reiniciar um relatório de tudo que foi feito pelo Adwcleaner será exibido na tela.

Veja um vídeo que demonstra como usar o AdwCleaner:


PS: Se mesmo após utilizar o Adwcleaner você ainda tem problemas com programas indesejados no seu computador, sugiro que você contate o http://suporteninja.com

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Google Flights - passagens aéreas mais baratas

Google Flights - passagens aéreas mais baratas
tela do voos — não sabe para onde ir? o mapa do Google Flights pode te dar algumas ideias (Foto: reprodução)

A espera acabou. O Google Flights finalmente foi lançado no Brasil, em português, claro


e cheio de novidades. Entre elas, notificações de alteração de preço e opções de pesquisa avançada. Pensando em viajar? Listamos 4 novidades do Google Flights que podem te ajudar a escolher seu destino! Confira:
Conheça o Google Flights






1. Sistemas de busca avançada do Google Flights


Você tem R$ 700, um final de semana de folga e quer um voo sem paradas. Só não sabe pra onde ir. Não é mais problema: o Google Flitghs tem filtros de preços, datas e linhas aéreas. É simples, você marca sua situação e o Google Flights te dá as opções — até de hotéis e passeios turísticos.

2. Função “Melhores Voos” com o Google Flights


Depois de passar pelo filtro de buscas do Google Flights você já deve ter decidido qual seu destino. Mas ainda não sabe como ir. A opção “melhores voos” oferece uma larga quantidade de informações de voos, aeroportos, tempo de duração e preços. Você pode se programar pra viagens mais baratas fora de temporada.

3. Notificação de alteração de preços com o Google Flights


O dólar aumentou de novo? Agora caiu? Você será notificado caso alguma alteração de preço aconteça. Além disso, você pode configurar a ferramenta do Google Flights para reservar passagens mais baratas.

4. Você pode simular viagens improváveis com o Google Flights


Ir de São Paulo a Londres é tranquilo. Mas você pode simular voos improváveis no Google Flights. Por exemplo, um voo de Guarulhos só de ida até Naryan-Mar, na Rússia pode durar até 38h e custar pelo menos R$ 12.000, na classe econômica e mais de R$ 40.000 na primeira classe. #Partiu?









Adaptação:Revista Galileu

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