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quinta-feira, 12 de março de 2015

Projeto Loon - Google inclusão digital com balões


O que é o Projeto Loon?




Muitos de nós vemos a Internet como uma comunidade global. No entanto, 2/3 da população

mundial ainda não tem acesso à Internet. O Projeto Loon é uma rede de balões que viaja

pelos confins do espaço. A finalidade do projeto é conectar pessoas em áreas rurais e

remotas, ajudar a preencher falhas de cobertura e ajudar a recuperar a conexão com a

Internet em áreas que passaram por desastres.



Projeto Loon – Como ele voa



Navegação com o vento



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Os balões do Projeto Loon viajam na estratosfera, cerca de 20 km acima da

superfície da Terra. Os ventos da estratosfera estão divididos em camadas, e cada

uma delas varia em velocidade e direção. O Projeto Loon usa algorítimos de software

para determinar onde os balões precisam ir e leva cada um deles para uma camada de

vento que sopra na direção correta. Ao se moverem com o vento, os balões podem ser

dispostos de modo a formar uma grande rede de comunicação.



Estratosfera



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Situada na extremidade do espaço, entre 10 e 60 km de altitude, a estratosfera

apresenta desafios únicos para a engenharia: a pressão do ar é apenas 1% da que

temos no nível do mar, e essa fina atmosfera oferece menos proteção contra radiação

UV e variações de temperatura dramáticas, que podem chegar a -80ºC. Ao projetar o

envelope do balão cuidadosamente para resistir a essas condições, o Projeto Loon

aproveita os ventos contantes da estratosfera para permanecer bem acima de

fenômenos climáticos, animais e aeronaves.



Como o Projeto Loon foi projetado



Envelope



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



A parte inflável do balão é chamada de “envelope” do balão. Um envelope bem-feito é

fundamental para permitir que um balão dure cerca de 100 dias na estratosfera. Os

envelopes dos balões do projeto Loon são feitos de folhas de plástico de polietileno e, quando

totalmente inflados, medem quinze metros de largura por doze metros de altura.

Quando um balão está pronto para ser retirado de serviço, o gás é liberado do

envelope para trazê-lo para a Terra em uma descida controlada. No caso improvável

de um balão cair rápido demais, um paraquedas ligado à parte superior do envelope é

aberto.



Projeto Loon – Painéis solares



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Todos os componentes eletrônicos do balão são alimentados por um conjunto de

painéis solares. O painel é de plástico laminado flexível, suportado por uma

estrutura de alumínio leve. Ele usa células solares monocristalinas de alta

eficiência. O painel solar é montado em um ângulo inclinado para capturar a luz do

sol de forma eficaz em dias curtos de inverno em latitudes mais altas. O painel é

dividido em duas seções voltadas para direções opostas, o que permite captar

energia de qualquer lado, uma vez que os balões giram com o vento. Os painéis

produzem aproximadamente 100 watts de potência a pleno sol, o que é suficiente para

manter os componentes eletrônicos do Loon e, ao mesmo tempo, carregar uma bateria

para uso noturno. Por se mover com o vento e ser carregado pelo sol, o Projeto Loon

é capaz de fornecer energia a si mesmo usando fontes totalmente renováveis.



Projeto Loon – Componentes eletrônicos



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Uma pequena caixa contendo os componentes eletrônicos do balão paira sob o envelope

inflado, como a cesta carregada por um balão de ar quente. Essa caixa contém placas

de circuitos que controlam o sistema, as antenas de rádio para comunicação com

outros balões e com antenas de internet no chão e baterias de íon de lítio para

armazenar a energia solar para que os balões possam funcionar durante a noite.



Como é a conexão do projeto Loon



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Cada balão pode fornecer conectividade a uma área de aproximadamente 40 km de diâmetro no

solo, usando uma tecnologia de comunicação sem fio chamada LTE. Para usar a LTE, o

Projeto Loon tem parceria com empresas de telecomunicações que compartilham o espectro da

rede celular para que as pessoas possam acessar a Internet em qualquer lugar, diretamente

dos seus smartphones e outros dispositivos com suporte à LTE. Os balões retransmitem o

tráfego sem fio dos telefones celulares e outros dispositivos de volta para a Internet

global usando links de alta velocidade.


Quais os rumos do Projeto Loon



O Projeto Loon começou com um teste-piloto em junho de 2013, quando trinta balões

foram lançados da Ilha Sul da Nova Zelândia e levaram a Internet a um pequeno grupo

de pessoas designadas para o teste. Desde então, o teste-piloto tem se expandido para

incluir um número maior de pessoas em uma área maior. O Projeto Loon continuará a

ampliar o projeto-piloto, com a meta de estabelecer um anel de conectividade

ininterrupta em certas latitudes do hemisfério Sul. Assim as pessoas envolvidas com o

teste nessas latitudes terão um serviço contínuo de Internet fornecido pelo balão.



Quer mais informações sobre o Projeto Loon?



Saiba mais sobre o projeto Loon, e como ele funciona na nossa página do Google+. Compartilhe suas dúvidas com #AskAway.







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O que é o Projeto Loon?




Muitos de nós vemos a Internet como uma comunidade global. No entanto, 2/3 da população

mundial ainda não tem acesso à Internet. O Projeto Loon é uma rede de balões que viaja

pelos confins do espaço. A finalidade do projeto é conectar pessoas em áreas rurais e

remotas, ajudar a preencher falhas de cobertura e ajudar a recuperar a conexão com a

Internet em áreas que passaram por desastres.



Como o Loon voa



Navegação com o vento



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Os balões do Projeto Loon viajam na estratosfera, cerca de 20 km acima da

superfície da Terra. Os ventos da estratosfera estão divididos em camadas, e cada

uma delas varia em velocidade e direção. O Projeto Loon usa algorítimos de software

para determinar onde os balões precisam ir e leva cada um deles para uma camada de

vento que sopra na direção correta. Ao se moverem com o vento, os balões podem ser

dispostos de modo a formar uma grande rede de comunicação.



Estratosfera



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Situada na extremidade do espaço, entre 10 e 60 km de altitude, a estratosfera

apresenta desafios únicos para a engenharia: a pressão do ar é apenas 1% da que

temos no nível do mar, e essa fina atmosfera oferece menos proteção contra radiação

UV e variações de temperatura dramáticas, que podem chegar a -80ºC. Ao projetar o

envelope do balão cuidadosamente para resistir a essas condições, o Projeto Loon

aproveita os ventos contantes da estratosfera para permanecer bem acima de

fenômenos climáticos, animais e aeronaves.



Como o Loon é projetado



Envelope



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



A parte inflável do balão é chamada de “envelope” do balão. Um envelope bem-feito é

fundamental para permitir que um balão dure cerca de 100 dias na estratosfera. Os

envelopes dos balões Loon são feitos de folhas de plástico de polietileno e, quando

totalmente inflados, medem quinze metros de largura por doze metros de altura.

Quando um balão está pronto para ser retirado de serviço, o gás é liberado do

envelope para trazê-lo para a Terra em uma descida controlada. No caso improvável

de um balão cair rápido demais, um paraquedas ligado à parte superior do envelope é

aberto.



Painéis solares



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Todos os componentes eletrônicos do balão são alimentados por um conjunto de

painéis solares. O painel é de plástico laminado flexível, suportado por uma

estrutura de alumínio leve. Ele usa células solares monocristalinas de alta

eficiência. O painel solar é montado em um ângulo inclinado para capturar a luz do

sol de forma eficaz em dias curtos de inverno em latitudes mais altas. O painel é

dividido em duas seções voltadas para direções opostas, o que permite captar

energia de qualquer lado, uma vez que os balões giram com o vento. Os painéis

produzem aproximadamente 100 watts de potência a pleno sol, o que é suficiente para

manter os componentes eletrônicos do Loon e, ao mesmo tempo, carregar uma bateria

para uso noturno. Por se mover com o vento e ser carregado pelo sol, o Projeto Loon

é capaz de fornecer energia a si mesmo usando fontes totalmente renováveis.



Componentes eletrônicos



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Uma pequena caixa contendo os componentes eletrônicos do balão paira sob o envelope

inflado, como a cesta carregada por um balão de ar quente. Essa caixa contém placas

de circuitos que controlam o sistema, as antenas de rádio para comunicação com

outros balões e com antenas de internet no chão e baterias de íon de lítio para

armazenar a energia solar para que os balões possam funcionar durante a noite.



Como é a conexão do Loon



Projeto Loon - Google inclusão digital com balões



Cada balão pode fornecer conectividade a uma área de aproximadamente 40 km de diâmetro no

solo, usando uma tecnologia de comunicação sem fio chamada LTE. Para usar a LTE, o

Projeto Loon tem parceria com empresas de telecomunicações que compartilham o espectro da

rede celular para que as pessoas possam acessar a Internet em qualquer lugar, diretamente

dos seus smartphones e outros dispositivos com suporte à LTE. Os balões retransmitem o

tráfego sem fio dos telefones celulares e outros dispositivos de volta para a Internet

global usando links de alta velocidade.


Quais os rumos do Projeto Loon



O Projeto Loon começou com um teste-piloto em junho de 2013, quando trinta balões

foram lançados da Ilha Sul da Nova Zelândia e levaram a Internet a um pequeno grupo

de pessoas designadas para o teste. Desde então, o teste-piloto tem se expandido para

incluir um número maior de pessoas em uma área maior. O Projeto Loon continuará a

ampliar o projeto-piloto, com a meta de estabelecer um anel de conectividade

ininterrupta em certas latitudes do hemisfério Sul. Assim as pessoas envolvidas com o

teste nessas latitudes terão um serviço contínuo de Internet fornecido pelo balão.